Uma das primeiras perguntas de quem pensa em construir é: quanto realmente custa uma obra?
Em cidades como Guarapari, Anchieta, Piúma, Alfredo Chaves e Iconha, o custo da construção sofre influência direta do tipo de solo, da logística de materiais e das exigências técnicas do litoral capixaba.
Este artigo explica onde o dinheiro é gasto, o que encarece a obra e como evitar surpresas.
1️⃣ O que compõe o custo de uma obra
O valor final não é apenas “material + pedreiro”. Uma obra bem feita envolve:
📐 Projetos e legalização (5% a 10%)
- Projeto arquitetônico
- Projeto estrutural
- Projetos elétrico e hidrossanitário
- ART/RRT
- Alvará de construção
👉 Economizar aqui geralmente gera retrabalho caro depois.
🏗 Execução da obra (70% a 80%)
Inclui:
- Fundação e estrutura
- Alvenaria
- Instalações
- Acabamentos
- Mão de obra especializada
No litoral, impermeabilização, concreto e armaduras precisam ser dimensionados corretamente por causa da umidade e maresia.
⚠ Reserva técnica (10% a 20%)
Fundamental para:
- Ajustes de projeto
- Variação de preços
- Imprevistos de solo
Quem não reserva, costuma parar a obra.
2️⃣ Fatores que aumentam o custo em Guarapari e região
- Solo com lençol freático alto
- Terrenos inclinados (contenções)
- Acesso difícil ao lote
- Falta de sondagem
- Alterações durante a obra
👉 Cidades como Piúma e Anchieta têm regiões com solo que exigem atenção especial à fundação.
3️⃣ Como evitar estouros de orçamento
✔ Fazer sondagem do solo
✔ Definir padrão de acabamento antes de começar
✔ Trabalhar com cronograma físico-financeiro
✔ Pagar por medição
✔ Ter acompanhamento técnico
Construir bem não é gastar menos — é gastar com inteligência.
Uma construtora com experiência regional evita erros comuns e entrega previsibilidade.
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